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Malafaia volta a criticar Damares após lista de igrejas investigadas em CPMI do INSS

  • 15 de jan.
  • 2 min de leitura
Pastor acusa a senadora de faltar com a verdade sobre envolvimento de grandes instituições e de buscar vantagem política com investigação de fraudes.

Reprodução/Redes Socias
Reprodução/Redes Socias

O embate público entre o pastor Silas Malafaia e a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) ganhou um novo capítulo nesta quinta-feira (15). O líder religioso publicou críticas severas contra a parlamentar após ela divulgar uma lista com nomes de pastores e instituições religiosas que estão sob investigação na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.


A tensão entre as duas lideranças evangélicas escalou após Damares apresentar os alvos da comissão que apura irregularidades e fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social.


Acusações de oportunismo e questionamento de dados


Em vídeo divulgado na rede social X, Malafaia contestou o teor das declarações da senadora. O pastor afirmou que Damares não estaria sendo verdadeira ao citar o envolvimento de "grandes igrejas" no esquema. Além disso, ele a desafiou a identificar quais líderes evangélicos teriam feito "lobby" para que ela não revelasse as informações.




Para o religioso, a parlamentar estaria tentando obter ganho político sobre uma investigação que não foi iniciada por ela. Malafaia argumentou que o documento citado não era secreto e que a denúncia original sobre as fraudes não partiu da senadora.


O histórico do conflito


A divergência entre os dois se acirrou no último domingo (9), quando Damares Alves mencionou que a CPMI havia detectado a participação de nomes influentes e de grandes denominações no esquema de corrupção do INSS. As irregularidades foram inicialmente expostas em uma série de reportagens do portal Metrópoles.


Na ocasião, a fala de Damares gerou uma reação imediata de Malafaia, que cobrou a exposição pública dos nomes envolvidos. Embora a senadora tenha apresentado a lista nesta quinta-feira, o gesto não interrompeu as críticas do pastor, que mantém o questionamento sobre a relevância das instituições citadas e a conduta da parlamentar.

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